sexta-feira, 3 de julho de 2009

28 de junho de 2009

Em Cingapura, eu sou grupo de risco. Toda a América do Sul e considerada tomada pela gripe suína. Na chegada no hotel, a recepcionista apontou uma espécie de arma para a minha testa e acionou um pequeno gatilho. Surpresa com aquele procedimento, perguntei do que se tratava. Eu imaginei que fosse uma forma moderníssima de identificação, mas era um aparelho para medir temperatura. Fiquei um pouco angustiada imaginando qual seria o meu destino se o dispositivo ultra-moderno revelasse uma febre.

A primeira impressão da cidade foi a de uma imensa Barra da Tijuca, mas arborizada e florida. Os prédios não tem menos que trinta andares e são organizados em pequenos conglomerados. O caminho do aeroporto para o hotel e repleto deles. Nenhum sinal, neste percurso, de pobreza. As pistas de carro são todas largas e impecáveis, mas os carros não pode exceder (e não excedem) 70 km/h. Sensacao de ordem e assepsia.

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